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Nem tudo é falta de venda: 5 gargalos que destroem o lucro do seu restaurante

lucro do restaurante

Muitos donos de restaurantes convivem com uma sensação frustrante: o salão está cheio, o delivery não para, o faturamento parece saudável, mas o lucro do restaurante simplesmente não aparece no fim do mês. A reação mais comum é acreditar que o problema está na falta de vendas  e que a solução é atrair mais clientes.

Só que essa lógica, na prática, costuma piorar a situação. Venda sem margem não é crescimento, é apenas mais esforço para sustentar uma operação ineficiente. Quando o lucro não acompanha o faturamento, quase sempre existem “vazamentos” silenciosos dentro da gestão. E eles não estão na divulgação, mas sim nos processos.

A seguir, você vai entender quais são os 5 gargalos operacionais mais comuns que destroem o lucro do restaurante, mesmo quando as vendas vão bem e, principalmente, como começar a resolvê-los.

Conteúdos deste artigo:
  • O perigo de confundir faturamento com lucro
  • 1. Descontrole do CMV
  • 2. Desperdício excessivo e falta de padrão na cozinha
  • 3. Cardápio extenso e engenharia de cardápio inexistente
  • 4. Escala de funcionários desalinhada com a demanda
  • 5. Taxas de delivery e cartões mal calculadas
  • A Alô chefia devolve o controle do seu restaurante

O perigo de confundir faturamento com lucro

Antes de entrar nos gargalos, vale reforçar um ponto essencial: faturamento alto não significa saúde financeira. Um restaurante pode vender muito e, ainda assim, operar no prejuízo se não tiver controle sobre custos, processos e margens.

Esse erro de percepção faz com que muitos gestores invistam mais em marketing, ampliem o cardápio ou aumentem a equipe, quando o que realmente falta é controle operacional, gestão de custos e análise de indicadores.

1. Descontrole do CMV

O CMV é, sem exagero, o indicador mais importante da cozinha. Ele mostra quanto, de fato, custa produzir cada prato vendido. Quando o CMV está fora de controle, o lucro do restaurante desaparece, mesmo com boas vendas.

O erro mais comum é comprar insumos sem cotação regular, aceitar reajustes de fornecedores sem revisar preços ou operar sem ficha técnica atualizada. Sem saber exatamente quanto custa cada grama de proteína, cada ml de molho ou cada insumo do prato, o gestor toma decisões no escuro. 

O impacto:

  • Margem corroída prato a prato
  • Preços defasados no cardápio
  • Sensação constante de que “o dinheiro some”

A solução:
Implementar fichas técnicas rigorosas, revisar custos de compra mensalmente e acompanhar o CMV de perto. Esse controle permite ajustes de preço conscientes e evita prejuízos silenciosos.

2. Desperdício excessivo e falta de padrão na cozinha

Boa parte do lucro de um restaurante literalmente vai para o lixo. O desperdício quase nunca é um grande erro isolado, mas sim pequenos excessos diários que, somados, geram um rombo no caixa. O problema disso é a falta de padronização no preparo. Um cozinheiro usa 200g de carne, outro usa 250g. Um prato sai bem montado, outro exagerado. Nada disso entra na conta, mas tudo pesa no custo final.

O impacto:

  • Aumento invisível do CMV
  • Variação no sabor e na experiência do cliente
  • Perda de previsibilidade financeira

A solução:

Padronização total dos processos: uso de balanças, medidores, porcionamento correto e treinamento constante da equipe para seguir os padrões definidos.

3. Cardápio extenso e engenharia de cardápio inexistente

Ter muitos pratos no menu não é sinal de variedade estratégica, muitas vezes, é sinal de falta de gestão. Um cardápio extenso exige mais estoque, mais compras, mais risco de perda e mais capital parado. Um erro comum é manter pratos com baixa saída que exigem ingredientes exclusivos, apenas por apego ou “tradição”.

O impacto:

  • Estoque inflado
  • Insumos vencendo
  • Baixa margem em itens que quase não vendem

A solução:
Aplicar engenharia de cardápio, analisando quais pratos realmente trazem lucro e quais apenas ocupam espaço. Ferramentas como a Matriz BCG ajudam a identificar os itens estrela, os rentáveis e os que precisam ser reformulados ou eliminados.

4. Escala de funcionários desalinhada com a demanda

A folha de pagamento é um dos maiores custos fixos do restaurante. Quando a escala não acompanha o fluxo real de clientes, o caixa sofre. Com esse gargalo a equipe fica ociosa em horários de baixo movimento e excesso de horas extras nos picos, por falta de planejamento.

O impacto:

  • Custo fixo elevado
  • Baixa produtividade
  • Estresse operacional

A solução:
Analisar o movimento por dia e horário, cruzando dados de vendas com escala de funcionários. Ajustar turnos e funções para que a equipe esteja completa nos picos e enxuta nos momentos de menor demanda.

5. Taxas de delivery e cartões mal calculadas

Os aplicativos de delivery são indispensáveis, mas também estão entre os maiores vilões da margem se não forem bem calculados. Taxas que chegam a 30% podem transformar um prato lucrativo em prejuízo. Nesse caso, o erro é aplicar o mesmo preço do salão no aplicativo, ignorando comissões, taxas financeiras e custos adicionais.

O impacto:

  • Venda que gera prejuízo
  • Ilusão de crescimento
  • Lucro do restaurante comprometido

A solução:
Tratar cada canal de venda separadamente, entender o custo real de cada um e precificar de forma estratégica, considerando taxas de delivery e cartões.

Faturamento é vaidade, lucro é sanidade

Em conclusão, antes de pensar em vender mais, investir em anúncios ou ampliar o cardápio, é fundamental garantir que sua operação não esteja “vazando” dinheiro. Ajustar esses gargalos transforma o restaurante em um negócio mais leve, previsível e realmente lucrativo. E é exatamente aqui que a tecnologia pode virar uma aliada estratégica.

A Alô chefia devolve o controle do seu restaurante

Controlar CMV, reduzir desperdícios, organizar fichas técnicas e tomar decisões baseadas em dados não precisa ser complicado. Com a Alô chefia, você centraliza a gestão do seu restaurante, ganha clareza sobre custos e transforma informação em lucro. Além disso, com o uso de um sistema automatizado, evitam-se prejuízos, garantindo que o seu restaurante opere com mais eficiência e rentabilidade.

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